Atualizado há 87 dias, 4 horas / Tempo de leitura: 3 minutos
O que eu queria saber, à beira da luz, em vez da sombra do medo: como é desaparecer no nada e retornar? O limiar entre o ser e o não ser pulsa como uma fronteira invisível, onde cada passo é um convite ao desconhecido. O coração lembra o que as palavras esquecem. Ele guarda ecos de esperança e de perda.
Sussurrando segredos que só o silêncio compreende. Olhos cintilantes refletindo a dança das chamas, dor e admiração entrelaçadas. O fogo consome e revela, queimando ilusões até restar apenas a essência. No calor do fogo, tudo o que não somos se desfaz. Das cinzas, nasce a promessa de algo novo. A cada respiração, o mundo se esvai, entregando-se ao silêncio.
O vazio se abre como um portal, onde o eu se perde. O vazio incha, um abismo sem limites, onde a memória se dissolve. Ali, a existência se pergunta: quem sou eu sem forma, sem nome? No silêncio do abismo, a alma se escuta pela primeira vez. O medo se transforma em curiosidade, e a ausência se torna solo fértil para o renascimento. Então, uma explosão de luz dourada lembra ao espírito.
Você está vivo. A luz não apenas revela, mas recria, costurando as feridas invisíveis do ser. A travessia pelo fogo e pelo vazio prepara o espírito para a luz. Cada cicatriz se torna um mapa de retorno. Entre o terror e a admiração, a alma é refeita. O medo se dissolve na claridade, e o espanto se torna a linguagem do renascimento.
O renascimento é silencioso, mas profundo — um florescer que só quem atravessou a noite pode compreender. Entre fogo, vazio e luz, algo em nós desperta. Somos feitos de ciclos: arder, esvaziar, iluminar. E, a cada retorno, nos tornamos mais inteiros, mais vivos.
O que eu queria saber, à beira da luz, em vez da sombra do medo: como é desaparecer no nada e retornar? O limiar entre o ser e o não ser pulsa como uma fronteira invisível, onde cada passo é um convite ao desconhecido. O coração lembra o que as palavras esquecem. Ele guarda ecos de esperança e de perda.
Sussurrando segredos que só o silêncio compreende. Olhos cintilantes refletindo a dança das chamas, dor e admiração entrelaçadas. O fogo consome e revela, queimando ilusões até restar apenas a essência. No calor do fogo, tudo o que não somos se desfaz. Das cinzas, nasce a promessa de algo novo. A cada respiração, o mundo se esvai, entregando-se ao silêncio.
O vazio se abre como um portal, onde o eu se perde. O vazio incha, um abismo sem limites, onde a memória se dissolve. Ali, a existência se pergunta: quem sou eu sem forma, sem nome? No silêncio do abismo, a alma se escuta pela primeira vez. O medo se transforma em curiosidade, e a ausência se torna solo fértil para o renascimento. Então, uma explosão de luz dourada lembra ao espírito.
Você está vivo. A luz não apenas revela, mas recria, costurando as feridas invisíveis do ser. A travessia pelo fogo e pelo vazio prepara o espírito para a luz. Cada cicatriz se torna um mapa de retorno. Entre o terror e a admiração, a alma é refeita. O medo se dissolve na claridade, e o espanto se torna a linguagem do renascimento.
O renascimento é silencioso, mas profundo — um florescer que só quem atravessou a noite pode compreender. Entre fogo, vazio e luz, algo em nós desperta. Somos feitos de ciclos: arder, esvaziar, iluminar. E, a cada retorno, nos tornamos mais inteiros, mais vivos.